4 months ago with 100 notes
4 months ago with 27,308 notes

abstraire:

Sergio Albiac - Generative portrait


4 months ago with 65 notes
4 months ago with 3,883 notes
4 months ago with 16,967 notes
Algum dia havia de voltar: pra sei lá onde, fazer sei lá o quê, quando voltasse a ter…um pouquinho de muito na mente.

—  Singrando.

6 months ago with 1 note
6 months ago with 77 notes
A vida que é só. ?

Das saudades que eu tenho, fico com a que brilha, aquela que corrói tudo o que meu ser tem de puro, aquela saudade com cara de má, mas que no fundo, é grão de felicidade, vive e vira nostalgia.

 Das cartas que enviei ao correio, fico com a que retornou, minhas palavras se anularam, minha vida mudou, pois duas vezes os poemas de amor. O carteiro veio sorrindo e entregou-me o envelope azul anil. Eu já sabia. Já esperava. Eu era o remetente, do amor, da dor, da carta, da saudade com endereço, agora.

 Das folhas que caem das árvores, quero o monte que se esparrama com cada pequena brisa. Folhas secas só embelezam a saudade, são rugas, marcas, infinitas vontades, folhas, almas e vontades. Primavera não. Flor não. Sentimentos.

 Das donzelas que conquistei, fico com a que não me amou, a que me usou como um puro ser de plástico, ou de corpo, amor. Ela me dá ânsias e seu nome ainda é impronunciável, meu coração a chama, implora tua volta, me use, não sou amor.

 Dos joelhos que já fotografei, fico com aquele tortinho, com manchas escuras, com dona bonita de dentes demasiado grandes, de boca carnuda e pele morena. Ah, aquele joelho fotografado em preto e branco, num baixo contraste parece uma foto de satélite, mas é coração, amor, raio-x de um joelho que não finda.

 Da vida que tenho, fico com a mais vivida, com pseudônimos e rimas não bem colocadas, aquelas rimas de fim de frase que formam o verso mais terno, mais teu, azul como o céu. Alexandre Santos

9 months ago with 9 notes
10 months ago with 731 notes
10 months ago with 42 notes
»